Após o painel intermediário, ao contrário do que aconteceu com muitos colegas, o meu projeto não andou muito. Como já tinha um modelo volumétrico do projeto no Google Sketch Up, achei que já estava quase pronto, mas na verdade tem muitos detalhes ainda a serem vistos. Andei olhando sobre alguns aspectos do meu projeto:
- Reforço na parede de 5m
Como faço uso da parede de 5m para uma sacada, o meu problema era como manter aquela sacada ali. Para mim, haviam duas opçoes: vigas como mão francesas ou pilares que desceriam até o piso. Porém essas duas alternativas iriam deixar a sacada visualmente muito pesada, apesar do uso do vidro que remete a leveza. Assim, o professor sugeriu fazer um reforço na parede, que na verdade é do vizinho, e assim essa parede dupla sustentaria a sacada.
- Piso de vidro
Pisos e escadas de vidro
Tipos de estrutura
A estrutura para receber um piso ou uma escada de vidro deve garantir o perfeito apoio das placas - que pode ser feito em dois, três ou quatro lados. A estrutura é uma malha metálica de aço ou de aço inoxidável, calculada para resistir às cargas verticais resultantes do piso, considerando-se os parâmetros de norma para os diferentes tipos de uso dos pavimentos. As chapas de vidro são apoiadas em cada elemento metálico, através de calços de borrachas sintéticas ou silicone, ambos de alta dureza. Esses calços, que garantem a planicidade dos apoios, evitando pressões pontuais nas bordas, devem ter determinada espessura e o perímetro das lâminas deve estar apoiado continuamente.
Eventualmente, pode-se utilizar o sistema de vidros estruturais parafusados (sistema suspenso), no qual as chapas são apoiadas pontualmente. Nesse caso, os vidros são fixados, geralmente em quatro pontos, por meio de furos e de ferragens especiais, do tipo aranha. “Essa forma de sustentação é crítica, pois geralmente prevê certo ‘giro’ nos apoios pontuais, para reduzir as tensões nos furos devido às deformações das placas”, opina Paulo Duarte. “E também faz com que as placas sofram pequenas oscilações ao serem pisadas, perdendo a coplanaridade do piso e causando certo desconforto. Sugiro que nesse tipo de uso as fixações sejam rígidas, o que resulta no aumento da espessura de cálculo das lâminas.”
A estrutura para receber um piso ou uma escada de vidro deve garantir o perfeito apoio das placas - que pode ser feito em dois, três ou quatro lados. A estrutura é uma malha metálica de aço ou de aço inoxidável, calculada para resistir às cargas verticais resultantes do piso, considerando-se os parâmetros de norma para os diferentes tipos de uso dos pavimentos. As chapas de vidro são apoiadas em cada elemento metálico, através de calços de borrachas sintéticas ou silicone, ambos de alta dureza. Esses calços, que garantem a planicidade dos apoios, evitando pressões pontuais nas bordas, devem ter determinada espessura e o perímetro das lâminas deve estar apoiado continuamente.
Eventualmente, pode-se utilizar o sistema de vidros estruturais parafusados (sistema suspenso), no qual as chapas são apoiadas pontualmente. Nesse caso, os vidros são fixados, geralmente em quatro pontos, por meio de furos e de ferragens especiais, do tipo aranha. “Essa forma de sustentação é crítica, pois geralmente prevê certo ‘giro’ nos apoios pontuais, para reduzir as tensões nos furos devido às deformações das placas”, opina Paulo Duarte. “E também faz com que as placas sofram pequenas oscilações ao serem pisadas, perdendo a coplanaridade do piso e causando certo desconforto. Sugiro que nesse tipo de uso as fixações sejam rígidas, o que resulta no aumento da espessura de cálculo das lâminas.”
Fonte:
http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/pisos-e-escadas-de-vidro-transparentes-ou-27-09-2005.html
http://www.arcoweb.com.br/tecnologia/pisos-e-escadas-de-vidro-transparentes-ou-27-09-2005.html
Elevadores de vidro
São autênticas caixas de vidro. Esses elevadores, ficam depois suspensos a 412 metros do chão, mais própriamente no 103º andar. Estes espaços, têm 3 metros de altura por 3 metros de largura. Suportam até 5 toneladas, com vidros 1,5 polegadas de espessura. Impressionante, e impróprio para cardíacos e cuidado com as saias.

Pr é d i o n o s E s t a d o s Un i d o s i n a u g u r a o b s e r v a t ó r i o
e n v i d r a ç a d o a ma i s d e 4 0 0 m d e a l t u r a
A cidade de Chicago, nos Estados Unidos, nunca foi vista com esses olhos. O observatório Skydeck, localizado no edifício Willis Tower – antigo Sears Tower –, acaba de ser reaberto ao público após uma completa reforma. A novidade: agora, totalmente envidraçado, ele permite observar a cidade olhando para qualquer lado – até para baixo. Situado a 412 m de altura, o Skydeck, agora reformado, tem quatro câmaras tridimensionais de vidro que se projetam 1,28 m para o lado de fora do edifício. Situadas no 103º andar, elas substituem as janelas e são retráteis, podendo ser puxadas de volta para a parte interna do edifício para manutenção.
A estrutura é uma das mais ousadas já feitas com vidro na arquitetura: teto, piso e paredes são feitos, cada um, com um vidro laminado que une três peças de temperado. Entre os vidros temperados, duas camadas de SentryGlas, polímero da Dupont que, segundo a fabricante, oferece cinco vezes mais resistência e cem vezes mais rigidez do que materiais convencionais de laminação. A espessura total de cada vidro laminado é de 38,1 mm.
Unindo as peças de vidros laminados há travas de aço inoxidável. Revestidas com camadas de silicone nos pontos de contato, elas permitem a expansão térmica das vidraças. Mas o segredo do observatório está na parte de trás. Uma grade de aço, que se estende também para dentro das câmaras de vidro (na parte superior), é quem suporta a estrutura e o peso dos visitantes. O piso de vidro, que está conectado a ela, transfere o peso automaticamente, garantindo a eficiência do sistema.

Nenhum comentário:
Postar um comentário